quinta-feira, 20 de setembro de 2012

MULTIPLICANDO BEBEZINHOS

Nem precisamos dizer que o maior evento de 2011 foi o nascimento dos gêmeos em julho.


Aliás, nem sei porque não postei aqui a história do "descobrimento" no primeiro ultrassom realizado e que não me canso de contar.

Em 2011 fiquei devendo muitas postagens as quais vou tentar colocar em dia a partir de agora.

Vou começar com o primeiro ultrassom que realizamos, quando descobrimos que seriam dois bebês e que foi a causa de nunca mais ter postado nada em 2011 depois do abacaxi do Avelar, a não ser aquela estúpida postagem sobre morcegos tomando o suco dos beija-flores...pois é, ficamos momentaneamente desnorteados.

Com muita felicidade, após algumas (duas?) tentativas, soubemos que estávamos "grávidos". Próximo passo? Acompanhamento médico e ultrassom para saber se estava tudo bem.

Estávamos gloriosos lá na salinha para fazer o primeiro ultrassom; Thaís trocou de roupa, a enfermeira ajudou-a a deitar-se na maca; eu também me ajeitei, naquele nervosismo normal, mas um pouco atenuado, pois afinal de contas já éramos experientes no assunto. Após a moça sair, comentei:

"- Thaís, não estou preocupado com a saúde, mas com o número."

Com usual delicadeza ela responde:

"- Pára com isso!!! Só porque a madrinha do Ettore teve três meninas, isso não quer dizer que o mesmo irá acontecer conosco!!!”

Calei a minha boca como de costume e esperamos pela médica em silêncio.

A médica entra e começa o exame; fui logo dizendo:

“- Nossa, doutora, já estou enxergando o saco gestacional!(super entendido, não?)...é um embrião somente, não é mesmo?”

Ao que ela responde:

“- Curioso você perguntar, porque tratam-se de dois! (tá vendo o que dá meter o bedelho onde não entende?)”

Então, como o bedelho já havia sido metido onde não devia, continuei com ele lá, sem enteder nada; por alguns momentos a entonação da médica havia me parecido de deboche, sensação que logo foi substituída pelo espanto da confirmação...

“- GÊMEOS...SÃO DOIS BEBÊS.

Parecíamos bêbados, desnorteados, ora rindo, ora chorando, querendo encontrar o chão novamente.

Lógico que ficamos felicíssimos, mas que sensação...uma coisa maravilhosa...embora a princípio um tanto confusa.

Levamos algumas semanas para voltar ao eixo novamente, procurando uma explicação que não encontramos...apenas tinha de ser.

De todas as expectativas de uma nova gravidez, esperávamos ao menos conseguir ter a mesma dedicação que tivemos com o Ettore e se possível nos emocionarmos completamente como na primeira gravidez, mas não preciso dizer que está sendo absolutamente tudo novo, tudo diferente, um presente que só podemos retribuir dando o melhor que pudermos para que os pequenos sejam felizes.

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